Estado afasta diretora e vice por material didático achado no lixo
Eram 1.500 apostilas, muitas ainda embaladas, com nome e endereço da escola
A Secretaria de Estado da Educação decidiu afastar a diretora e a vice-diretora da escola estadual Eugênia Vilhena de Morais, em Ribeirão Preto. O afastamento se deve ao fato de, ao lado da escola, ter sido encontrada anteontem uma caçamba de lixo com pelo menos 1.500 apostilas de exercícios, muitas ainda embaladas, e com o nome e o endereço da escola.
O Ministério Público Estadual em Ribeirão vai abrir um inquérito para investigar o fato. O secretário de Estado da Educação, Paulo Renato Souza, chamou o caso de “episódio lamentável” e disse que a decisão de descartar o material foi “obviamente absurda”.
A secretaria não informou o nome da diretora. Alunos disseram à Folha que ela se chama Jussara, mas não souberam dizer seu sobrenome. Ela e a vice deverão trabalhar no serviço interno da Diretoria de Ensino.
A nota da pasta divulgada ontem contradiz a informação passada no dia anterior de que a escola não tinha responsabilidade pelo descarte do material.
fonte: jornal estado de São Paulo
UEE.
Os últimos acontecimentos da Educação, em especial no Estado de São Paulo, está deixando o atual governo sem credibilidade.
A Educação a qual entendemos como o corredor do avanço de uma sociedades justa e democrática está sendo representada por administradores que o governo titula serem competentes, mas não é essa realidade que nós chega, a escola chega a ser excludente, e ditadora, quando essa marginaliza seus alunos e os torna “clientela” de uma instituição publica.
Percebemos que nos últimos dias acontecimentos do tipo: cobrança de taxa para realizar prova xerocada, acusações de uso de uniforme pirata e até mesmo livros e apostilas sendo jogados fora, é o que rodeia no cenário da educação; e o pior de todo esse fato é que diretores são responsáveis por esses tristes fatos que acontecem no nosso Estado.
Já que não queriam o uso da apostila ou julgavam como dispensável porque não ter feito algo antes??
Porque deixar que nosso bolso pague por um erro grosseiro deles, e nossas crianças sendo prejudicadas por atitudes lastimáveis como essa.
O que acompanhamos é um retrocesso no ensino-aprendizagem, que o resultado de tais atitudes vem refletindo há muito tempo um governo com nenhum compromisso com a educação de Estado, e sucateando o ensino na educação básica e estendendo esse descaso com a educação de ensino superior.
É de nossa resposabilidade chamar a responsabilidade de nossos governantes, e sempre lembrando a frase:
"Quem ocupa o trono tem culpa,
Quem oculta o crime também"
(Engenheiros do Hawai)
28 de out. de 2009
Estudantes da Escola Estadual São Paulo têm que pagar para estudar
"Estava na secretaria, conversando com a vice-diretora, quando uma outra funcionária disse: "ela está com uniforme pirata" e acabei levando uma advertência". Quem faz o relato é Camila Carolina Bonfim, presidente do grêmio da escola. A EE São Paulo é uma escola pública tida como referência na rede paulista. Detalhe: a escola cobra R$ 20 pela camiseta e R$ 50 pela calça e a utilização desse uniforme é obrigatória para o aluno freqüentar as aulas.
Além de cobrar pelo uniforme obrigatório a escola ainda cobra R$ 2,00 por prova aplicada aos alunos. O aluno que não paga tem seu numero de matricula escrito na lousa e é obrigado a copiar a prova que tem em média 20 páginas, com papel e caneta trazidos de casa.
Por óbvio, as práticas são contra a lei, já que trata-se de colégio da rede pública e gratuita, custeada pelos impostos pagos pela população.
Além de ilegal, as cobranças trazem constrangimentos aos alunos. "Se quer uniforme barato, que vá estudar perto da sua casa", foi a resposta ouvida por Camila ao justificar que confeccionou a peça por conta própria por ser mais barata que as "oficiais".
Para Arthur Herculano, presidente da União Paulista dos Estudantes Secundaristas (UPES), "a medida é um absurdo contra os estudantes e que mostra o total descontrole da secretaria de educação com as escolas da rede pública estadual".
"Mais uma vez o estado de São Paulo protagoniza um vexame nacional. A dupla José Serra/Paulo Renato estão arruinando o ensino público estadual", completa Arthur. É o jeito tucano de governar que não para de surpreender - ou melhor, de escandalizar -, principalmente na área educacional.
UEE
"Estava na secretaria, conversando com a vice-diretora, quando uma outra funcionária disse: "ela está com uniforme pirata" e acabei levando uma advertência". Quem faz o relato é Camila Carolina Bonfim, presidente do grêmio da escola. A EE São Paulo é uma escola pública tida como referência na rede paulista. Detalhe: a escola cobra R$ 20 pela camiseta e R$ 50 pela calça e a utilização desse uniforme é obrigatória para o aluno freqüentar as aulas.
Além de cobrar pelo uniforme obrigatório a escola ainda cobra R$ 2,00 por prova aplicada aos alunos. O aluno que não paga tem seu numero de matricula escrito na lousa e é obrigado a copiar a prova que tem em média 20 páginas, com papel e caneta trazidos de casa.
Por óbvio, as práticas são contra a lei, já que trata-se de colégio da rede pública e gratuita, custeada pelos impostos pagos pela população.
Além de ilegal, as cobranças trazem constrangimentos aos alunos. "Se quer uniforme barato, que vá estudar perto da sua casa", foi a resposta ouvida por Camila ao justificar que confeccionou a peça por conta própria por ser mais barata que as "oficiais".
Para Arthur Herculano, presidente da União Paulista dos Estudantes Secundaristas (UPES), "a medida é um absurdo contra os estudantes e que mostra o total descontrole da secretaria de educação com as escolas da rede pública estadual".
"Mais uma vez o estado de São Paulo protagoniza um vexame nacional. A dupla José Serra/Paulo Renato estão arruinando o ensino público estadual", completa Arthur. É o jeito tucano de governar que não para de surpreender - ou melhor, de escandalizar -, principalmente na área educacional.
UEE
18 de out. de 2009
reuniao ampliada da diretoria plena da une
A UEE|SP está participando neste final de semana da reuniao ampliada da diretoria plena da UNE. A nossa entidade nacional, em conjunto com varias UEEs do país, com a ANPG e com a UBES lançam no país a campanha "Pela Nova lei do petróleo: 50% do fundo do pré-sal para a Educação"!
Essa reuniao está servindo para que lideranças de todo o país formulem, pensem a campanha e pra que a diretoria planeje as ações principais da entidade nos próximos 2 anos.
Daqui, a UNE, UEEs, DCE e diversas lideranças sairão pelo país afora levando a campanha para todas as universidades brasileiras e convocando um ato unificado com os movimentos socias no dia 04 de novembro em brasília em defesa de um novo marco regulatorio do petroleo e pra que aprovemos nosso projeto de lei que vincula 50% das verbas do fundo social do pre-sal para a Educação brasileira!´
É a UNE e a UEE|SP em defesa da melhoria da Educação e em defesa dos estudantes paulistas e brasileiros!
Logo mais a gente posta as resoluções, fotos e o resultado de todo o planejamento.
Essa reuniao está servindo para que lideranças de todo o país formulem, pensem a campanha e pra que a diretoria planeje as ações principais da entidade nos próximos 2 anos.
Daqui, a UNE, UEEs, DCE e diversas lideranças sairão pelo país afora levando a campanha para todas as universidades brasileiras e convocando um ato unificado com os movimentos socias no dia 04 de novembro em brasília em defesa de um novo marco regulatorio do petroleo e pra que aprovemos nosso projeto de lei que vincula 50% das verbas do fundo social do pre-sal para a Educação brasileira!´
É a UNE e a UEE|SP em defesa da melhoria da Educação e em defesa dos estudantes paulistas e brasileiros!
Logo mais a gente posta as resoluções, fotos e o resultado de todo o planejamento.
14 de out. de 2009
10 de out. de 2009
UNE e Ubes querem 10 mil em ato por 50% do pré-sal para Educação
A União Nacional dos Estudantes (UNE), a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e a Associação nacional dos Pós-Graduandos (ANPG) preparam uma "blitz" no COngresso Nacional na próxima semana e pretendem reunir cerca de 10 mil estudantes em Brasília no mês de novembro, para um ato em favor do uso de 50% da verba do fundo social do petróleo da camada pré-sal em projetos de educação.
Nos dias 13 e 14 de outubro uma tropa de diretores da UNE, Ubes e ANPG farão uma "blitz" no Congresso Nacional. O objetivo da ação é colher assinatura de parlamentares em apoio ao projeto de Emenda dos estudantes que reserva 50% para a Educação da verba prevista no PL do Fundo Social do Pré-Sal, encaminhado pelo Poder Executivo às Casas Legislativas.“É a oportunidade de um novo período de desenvolvimento para nosso país e lutaremos para que isso de fato ocorra”, defende Augusto Chagas, presidente da UNE. Além de defender a porcentagem do fundo para investimentos em Educação, os estudantes pressionam o Congresso também pela aprovação de um novo marco regulatório do petróleo, com o monopólio estatal.
Além das assinaturas, as entidades estudantis já marcaram duas reuniões públicas com o objetivo de dar força à bandeira. A primeira é o deputado Brizola Neto (PDT/RJ), presidente da Comissão de Participação Legislativa da Câmara, responsável por receber emendas e outras peças legislativas de autoria de organizações da sociedade civil. A segunda reunião é com o relator desta mesma comissão, o deputado Antônio Palocci (PT/SP).
Além das assinaturas, as entidades estudantis já marcaram duas reuniões públicas com o objetivo de dar força à bandeira. A primeira é o deputado Brizola Neto (PDT/RJ), presidente da Comissão de Participação Legislativa da Câmara, responsável por receber emendas e outras peças legislativas de autoria de organizações da sociedade civil. A segunda reunião é com o relator desta mesma comissão, o deputado Antônio Palocci (PT/SP).
Depois da jornada institucional, UNE, Ubes e ANPG manterão um contigente de dirigentes em Braília para visitar escolas e universidades apresentando a bandeira de 50% da verba do fundo social do pré-sal para a Educação e mobilizando para um ato que pretende reunir pelo menos 10 mil estudantes na Esplanada dos Ministérios no dia 4 de novembro.
O presidente da Ubes, Ismael Cardoso, ressalta que o objetivo da atual campanha das entidades estudantis "é interiorizar esse debate, como nós fizemos no fim da década de 1940, início da década de 1950, com a campanha O Petróleo É Nosso”. A bandeira é pauta de debates e mobilizações do Congresso da entidade, que ocorre na primeira quinzena de dezembro em Belo Horizonte (MG).
O projeto que cria o Fundo Social, enviado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva dentro do pacote de regras do pré-sal, recebeu mais de 200 emendas até o dia 18 de setembro, prazo limite para que os deputados as apresentassem. Caso as alterações no Fundo Social sejam aprovadas, parte do dinheiro poderá ir para a demarcação e titulação de áreas de quilombolas, para assistência à agricultura familiar, para o desenvolvimento do esporte, para o sistema penitenciário, para o setor de saúde e para a promoção da igualdade de gênero, raça e etnia, entre outras destinações sugeridas pelos deputados.
Para o presidente da ANPG, Hugo Valadares, não há contradição em defender 50% do fundo para a Educação e cobrar mais investimentos também em Ciência e Tecnologia e Inovação ou em outras áreas. Hugo defende que a Educação é transversal: "não tem como fazer investimentos maciços em Ciência, Tecnologia e Inovação, por exemplo, sem investir em Educação. As coisas estão diretamente relacionadas. Para aumentar a produção de pesquisa no país precisamos qualificar mais gente, melhorar a qualidade dos cursos de pós-graduação e outras demandas que dependem de uma boa base educacional".
Para o presidente da ANPG, Hugo Valadares, não há contradição em defender 50% do fundo para a Educação e cobrar mais investimentos também em Ciência e Tecnologia e Inovação ou em outras áreas. Hugo defende que a Educação é transversal: "não tem como fazer investimentos maciços em Ciência, Tecnologia e Inovação, por exemplo, sem investir em Educação. As coisas estão diretamente relacionadas. Para aumentar a produção de pesquisa no país precisamos qualificar mais gente, melhorar a qualidade dos cursos de pós-graduação e outras demandas que dependem de uma boa base educacional".
fonte:
portal vermelho: www.vermelho.org.br
De São paulo, Luana Bonone
9 de out. de 2009
42 Anos sem Che Guevara!!
O muro de Berlim caiu em 1989, levando junto a União Soviética e uma penca de regimes do “socialismo real”, mas Ernesto Che Guevara sobreviveu. Argentino de nascimento, cubano por adoção e latino-americano por vocação, o jovem que se tornou guerrilheiro e a mais influente figura da Revolução Cubana, só abaixo de Fidel Castro, foi executado em 9 de outubro de 1967 por uma unidade do Exército boliviano treinada pela CIA, a agência de inteligência do governo dos Estados Unidos.
Che deixou a medicina de lado para lutar por justiça social e se transformou no personagem político mais célebre da América Latina no século passado. Virou ícone universal de rebeldia e desprendimento, alimentando o imaginário e a esperança de jovens, politizados ou não, e entrou para a galeria dos imortais do século 20, ao lado de Mahatma Gandhi, Martin Luther King e John Lennon.
Nascido em14 de junho de 1928, em Rosário, na Argentina, filho de Ernesto Guevara Lynch e Célia de la Serna, desde pequeno presenciou conversas de seus pais com militantes políticos progressistas.
| 1967 - Dia do Guerrilheiro heróico | ||
| Ernesto Che Guevara, capturado na véspera nas selvas da Amazônia boliviana, é assassinado a sangue frio pelo exército boliviano. Convertido em símbolo de rebeldia, heroísmo e solidariedade, o Che é ainda hoje o morto mais vivo da América Latina. |
leia mais: http://historia.abril.com.br/gente/camarada-ernesto-che-guevara-433434.shtml
| http://www.vermelho.org.br/ | ||
8 de out. de 2009
"Da campanha ‘O Petróleo é Nosso’ ao Pré-Sal: A UNE a favor do Brasil!"
A UNE protagoniza mais uma vez um momento histórico para o Brasil. A entidade, uma das responsáveis pela criação da Petrobras, lança campanha defendendo que 50% do fundo do pré-sal devem ser investidos na Educação. Leia entrevista com o presidente Augusto Chagas, que afirma: "não há política pública mais efetiva para diminuir as desigualdades sociais do que a Educação".
Fonte: www.une.org.br
7 de out. de 2009
UNIVERSIDADES PUBLICAS MUDAM A DATA DE VESTIBULAR E NÃO PREJUDICAM A JUVENTUDE BRASILEIRA!
As Universidades de âmbito Estadual e Federal aceitaram mudar as datas do vestibular para o mês de dezembro, já que a nova data do Enem coincide com as datas do processo seletivo.
Na ultima quarta-feira dia 30/09 o MEC cancelou as provas do Enem que aconteceriam nos dias 3, 4/09 deixando 4 milhões de estudantes desesperados e prejudicados com o fim da aplicação da prova, isso aconteceu porque o Jornal “O Estadão” deu alarde de que informações da prova teriam vazado, já que ofereceram o conteúdo da prova por 500 mil reais para o mesmo.
Seria um absurdo os estudantes pagarem por um erro ganancioso, já que varias universidades depois de saberem do cancelamento da prova deram indícios que não aceitariam o resultado do Enem como referencial para a entrada de alunos nas Universidades publicas.
Mais hoje o MEC já deu prova de que estes atos não podem prejudicar o sonho de vários jovens que é de entrar em uma Universidade publica com ensino de qualidade; o MEC negociou com algumas Universidades Federais e Estaduais e ja se pronunciaram que irão mudar a data dos vestibulares para depois do Enem e assim não prejudicaram os alunos que esperam que o Exame Nacional do Ensino Médio os ajudem a entrar nas Universidades.
A UEE sabe que isso é uma vitoria para nossa sociedade em geral, sabe que o lugar de nossa juventude é dentro das Universidades com um ensino de qualidade e não fora dela.
Agora nossa luta será cada vez mais árdua porque sabemos a juventude esta tornando alvo de ataques como esses, que temos que nós unir para exigir um ensino democrático a todos e ampliar o acesso as universidades publicas.
A UEE estará presente em todas essas lutas, será protagonista das vitorias junto à juventude brasileira, pois é por uma sociedade mais justa que lutamos, onde a Juventude se coloque em seu lugar merecido e conquistando cada dia mais seu espaço dentro de nossa nação!
** A nova data do enem é 05 e 06 de Dezembro e o Inep vai possibilitar aos inscritos q desejam alterar o local da prova devido a mudança de data (o período para fazer a solicitação é de 08/10 à 14/10).
mais informações: http://www.inep.gov.br/imprensa/noticias/enem/news09_35.htm
** A nova data do enem é 05 e 06 de Dezembro e o Inep vai possibilitar aos inscritos q desejam alterar o local da prova devido a mudança de data (o período para fazer a solicitação é de 08/10 à 14/10).
mais informações: http://www.inep.gov.br/imprensa/noticias/enem/news09_35.htm
6 de out. de 2009
5 de out. de 2009
Mais de 3 mil pessoas participam da abertura da I Conferência Estadual de Educação em São Paulo
Assessoria de Imprensa CONAE-SP
A abertura da I Conferência Estadual de Educação, no Palácio das Convenções do Anhembi, realizada na manhã desta sexta-feira (02/10) contou com mais de 3 mil participantes.
O professor Francisco das Chagas Fernandes, secretário executivo adjunto do Ministério da Educação, substituiu o Ministro da Educação Fernando Haddad na abertura do evento. O ministro está em Brasília, acompanhando as investigações da Polícia Federal sobre a divulgação antecipada da prova do Enem e a preparação de uma nova prova pelo MEC.
São Paulo é o primeiro a realizar a fase estadual da Conae. Os estados de Mato Grosso do Sul, Paraná, Roraima e Santa Catarina também farão seus encontros em outubro. Os eventos do Distrito Federal e dos outros estados ficam para novembro. Acre e Tocantins devem ser os últimos estados a realizar a etapa estadual.
A Conferência Nacional vai acontecer entre os dias 28 de março e 1 de abril de 2010. Aproximadamente 430 mil pessoas estão envolvidas em todo o País no processo que culminará com a formulação de propostas e diretrizes para a construção do novo Plano Nacional de Educação, que deve ser adotado entre os anos de 2011 e 2020.
Segundo o coordenador da etapa paulista da Conae, José Adinan Ortolan, a quantidade de emendas apresentadas durante as conferências municipais superou todas as expectativas. As emendas apresentadas pelos mais diversos setores envolvidos na Educação em São Paulo serão debatidas em duas plenárias. A Conae - SP acontece no Palácio das Convenções do Anhembi.
UEE.
O Estado de São Paulo tinha todos os motivos para não realizar a conferencia Estadual da Educação (uma das fases do Conae) uma delas foi à falta de apoio do Governo Estadual, que não fez nenhuma questão que a conferencia acontecesse.
Desde janeiro desse ano foi proposto que em todos os Estados, Municípios que realizasse o debate sobre a nova proposta Nacional da educação a ser executada entre os anos de 2011 á 2020, e foram com debates de qualidade, propostas, emendas, que os representantes de nossas regiões compareceram para debater a Educação do Estado de São Paulo, e levar as resoluções para a etapa nacional.
A UEE esteve presente em todos os segmentos do debate, propondo e defendendo o que acredita ser melhor para a educação.
Umas das propostas aprovadas que reconhecemos como sendo as mais importantes foi a aprovação do ProUni e os 50% do Pré-Sal para a educação, sabemos que a luta será árdua e longa, mais jamais vamos desistir, pois a riqueza do Brasil deve ficar e ser aplicada nos brasileiros, é nosso direito e temos que mostrar para o governo que o progresso acontecerá apenas com a valorização de nosso Estado Nação.
A Conferência Nacional de Educação - CONAE é um espaço democrático aberto pelo Poder Público para que todos possam participar do desenvolvimento da Educação Nacional, e essa etapa foi a primeira de varias que ainda vamos travar pela frente mais de uma coisa a UEE-SP tem certeza, estaremos defendendo os Estudantes em todas elas.
1 de out. de 2009
MEC cancela Enem por suspeita de fraude e estuda remarcar prova em 45 dias
O Ministério da Educação cancelou na madrugada desta quinta-feira (1º) a prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), que seria aplicada neste final de semana em todo o país. Há suspeita de fraude e de que o conteúdo da prova tenha vazado. Ainda não há nova data para a prova.
A decisão foi tomada pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, após ter sido alertado pela reportagem do jornal 'O Estado de S. Paulo' sobre a quebra do sigilo do exame. Um homem, de acordo com a reportagem, tentou vender uma cópia da prova ao jornal por R$ 500 mil. "Há fortes indícios de que houve vazamento, 99% de chance", afirmou o presidente do Inep, Reynaldo Fernandes, por volta da 1 hora da madrugada desta quinta (1), por telefone.
Tentaram vender a prova
Na tarde de ontem o jornal foi procurado por um homem que disse, ao telefone, ter as duas provas que seriam aplicadas no sábado e no domingo. Propôs entregá-las à reportagem em troca de R$ 500 mil. "Isto aqui é muito sério, derruba o ministério", afirmou o homem.O encontro no qual o Estado viu trechos da prova aconteceu ontem à noite, na zona oeste de São Paulo. O homem que telefonou para a redação estava acompanhado de outra pessoa. Eles disseram ter recebido o material na segunda-feira, de um funcionário do Inep. Afirmaram que o esquema de fraude tinha cinco pessoas.
Segundo reportagem do jornal 'O Estado de S. Paulo', que afirma ter tido acesso à prova que seria aplicada, pessoas avisaram o jornal sobre o vazamento e contaram ter obtido a prova por meio de funcionários do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), organizador da avaliação.
União Estadual dos Estudantes
A União Estadual dos Estudantes,
ao tomar ciência da violação praticada contra o ENEM (Exame nacional do ensino médio), sendo ele
prioritariamente a carta de ingresso dos alunos para entrar em uma universidade
de qualidade e isentar-se das grandes taxas cobradas dentro das universidades
privadas.
Sabemos que o
ato de tentarem vender a prova que seria aplicada no próximo fim de semana (03
e 04/10/09), acabaria como acabou, atrasando todo processo; mas saudamos a
atitude do MEC, ao cancelar o Exame e remarcá-lo para daqui, aproximadamente 45
dias, dando caráter de integridade a prova que será aplicada.
Há muito tempo,
o Exame nacional do ensino médio deixou de ser apenas uma prova avaliativa, que
serviria apenas pra saber como o aluno estava saindo do ensino médio. Passou a
colocá-lo dentro de Universidades privadas, nos cursos escolhidos por eles,
sendo eles isentos de pagar taxa de matricula e a taxa mensal de seu curso; e a
partir desse ano passará a colocar jovens que sonham com as faculdades públicas
para dentro delas.
Com todos esses
avanços do Enem ele acabou sendo alvo de aproveitadores, que querem atrasar o progresso
da juventude e do país, mas estamos atentos a qualquer tipo de golpe que atrase
o avanço de nossas lutas.
30 de set. de 2009
Meia entrada: investimento no País
Meia-Entrada: Investimento no estudante e no futuro do Brasil
Entre as principais preocupações da UNE nos próximos anos está a defesa da meia-entrada. Esta é uma conquista de mais de 60 anos, ainda da década de 1940. A “meia”, como ficou conhecida popularmente, proporcionou a formação plena de várias gerações. Graças a ela os jovens têm no teatro, cinema, exposição, show e outros eventos culturais, a chance de ampliar seu conhecimento e cultura geral, para além das salas de aula.
A União Nacional dos Estudantes sempre deu importante contribuição para a formação da juventude e também para a cultura nacional. Anos depois da criação da carteira nacional do estudante, criamos o Centro Popular de Cultura (CPC). Do CPC saíram muitos talentos da cultura brasileira. Porém, com o golpe militar de 1964 e o incêndio criminoso a nossa sede na Praia do Flamengo 132, o CPC foi desarticulado.
Atualmente, o Instituto Circuito Universitário de Cultura e Arte, o CUCA da UNE, organiza e incentiva o engajamento cultural na universidade brasileira e promove o diálogo entre a cultura erudita e popular. A Bienal de Arte da UNE, cuja 6ª edição aconteceu em janeiro deste ano, em Salvador (BA), é o maior festival artístico de juventude em toda América Latina.
Na falta de políticas públicas eficazes, a meia-entrada é o principal instrumento que temos. Porém, esse direito vem sendo ameaçado desde 2001, com a Medida Provisória (MP) 2208/01, de autoria do ex-ministro da Educação, Paulo Renato Souza. Esta MP desregulamentou a emissão das carteiras de estudante, abrindo espaço para o mercado da falsificação dos documentos, emitidos por qualquer estabelecimento. Isso gerou a proliferação das carteiras o que, consequentemente, fez com que os eventos culturais tivessem seus preços elevados. Em outras palavras, pagamos o valor integral como se fosse meia. Diante da situação, estudantes, produtores e artistas têm defendido uma nova legislação. Como resultado surgiu o Projeto de Lei 4571/08, aprovado no Senado Federal no final de 2008, e em tramitação na Câmara. A UNE reconhece o esforço do Congresso em regulamentar a questão. No entanto, o projeto como está proposto, tem enormes inconsistências que chegam a descaracterizá-lo. Os principais deles são: o estabelecimento de uma cota de 40% sobre a venda da bilheteria para a meia-entrada e, principalmente, o trecho que afirma que o benefício “...não será cumulativo com quaisquer outras promoções e convênios”. Ou seja, o PL além de limitar o acesso autoriza os convênios que concedem meia-entrada para outros grupos. Na prática, ficaria como está: “todos pagam meia”, ou melhor, “todos pagam inteira”.
Por isso a UNE defenderá o novo marco regulatório que ataque o verdadeiro problema: as falsificações. Proporemos, na Câmara dos Deputados que analisa o projeto, a supressão dos trechos que tratam destas inconsistências.
Os jovens, entre 15 e 29 anos, segundo especificações do Plano Nacional de Juventude, formam a parcela da população brasileira que é mais atingida pelas crises econômicas e sociais. São eles as maiores vítimas da violência, do desemprego e da falta de perspectivas. Retirar o acesso à cultura será mais um duro golpe numa geração já bastante castigada.
Augusto Chagas, estudante de Sistemas de Informação e presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE)
29 de set. de 2009
Da campanha “O Petróleo é Nosso” ao Pré-Sal: A UNE a favor do Brasil!
Resolução da UNE que dá largada da campanha dos estudantes brasileiros pela Educação de Qualidade!
De 1947 a 1953 a União Nacional dos Estudantes foi protagonista da luta “em defesa do patrimônio territorial e econômico do Brasil”, através da campanha “O Petróleo é Nosso”. Ela aglutinou o conjunto da sociedade brasileira e se contrapôs aos “entreguistas” que defendiam um ciclo produtivo do petróleo para as mãos de empresas privadas e estrangeiras. A UNE e o povo brasileiro saíram vitoriosos desta campanha com a criação, no dia 3 de outubro de 1953, da Petrobras, com um rígido monopólio estatal sobre o petróleo.
No dia 8 de novembro de 2007, a Petrobras anunciou o Pré-Sal, área que, até o presente momento, apresentou elevado potencial petrolífero e baixo risco de exploração. Isto porque das 13 (treze) perfurações realizadas até hoje todas identificaram petróleo, diferentemente da média do Brasil anterior ao Pré-Sal, que era de 10 (dez) para 1 (um). E de elevado potencial porque o país tem hoje 14,2 bilhões de barris de reservas, que poderá chegar a 70 bilhões de barris. Isto demonstra que o Pré-sal é um grande patrimônio do Brasil, questão determinante que deve mobilizar o conjunto da sociedade para garantir que tamanha riqueza sirva ao interesse da Nação e do nosso povo.
Ainda persiste na base das expectativas o quanto em dinheiro poderá ser arrecadado com o Pré-Sal, mas estima-se que pode multiplicar por 6 (seis) o Produto Interno Bruto – PIB do Brasil. Com isso, descortina-se uma oportunidade ímpar para alavancar um novo desenvolvimento nacional, que coloque em primeiro lugar a elevação da condição de vida do povo brasileiro. Para tanto, a criação de um fundo constitucional, que terá como recurso a arrecadação da União com o Pré-Sal e outras áreas estratégicas, deve ser destinada para educação, cultura, ciência e tecnologia, meio-ambiente, combate a pobreza e desenvolvimento do país, com percentagem definida por lei para cada área.
Devemos, deste modo, exigir um valor vultoso para educação, uma campanha da UNE que se espraie por toda sociedade defendendo 50% do fundo para o setor. Este instrumento, além de garantir o investimento em áreas estratégicas, impede o dispêndio desta riqueza com o pagamento da divida pública.
No governo neoliberal de Fernando Henrique Cardoso (FHC), as opções privatistas adotadas influenciaram diretamente na política de exploração do petróleo. Este setor conservador que governava o país diminuiu a participação da União na Petrobras, restando na mão do Estado brasileiro apenas 39% das ações da empresa. Além disso, retirou o exercício exclusivo do monopólio da União por uma única empresa estatal - só não conseguiram privatizar a Petrobras graças ao combate feito pela UNE e diversos setores da sociedade a esses anos neoliberais. Essas atitudes foram implementadas pelo governo de FHC sob a justificativa de que a Petrobras não tinha recursos, nem mão de obra qualificada, por isso a atitude de atrair multinacionais para a exploração do petróleo. Atitude equivocada que deve ser revertida neste novo marco regulatório.
A descoberta do Pré-Sal abre um novo período do desenvolvimento brasileiro: temos a oportunidade de constituir uma indústria nacional forte, por isso devemos investir em todo ciclo produtivo do petróleo, que passa pela extração, transporte e refino e outras áreas. Devemos garantir a produção de plataformas, navios e a construção de refinarias em nosso país. Isto representará, além de uma forte retomada da indústria do ciclo petrolífero, a criação de milhões de empregos diretos e indiretos. Esta descoberta ainda deve contribuir para a preservação do meio-ambiente e servir de instrumento para alavancar o desenvolvimento de energias renováveis, diversificando a matriz energética e contribuindo, assim, para colocar o Brasil na ponta da elaboração de energias renováveis.
Partindo desses pressupostos - do advento do Pré-Sal, da compreensão de que os recursos que lhe são oriundos devem ser apropriados pelo seu legitimo dono, o povo brasileiro – é preciso desmontar o arcabouço neoliberal e fortalecer a presença do estado nacional. A UNE acredita ser indispensável a aprovação de um novo marco regulatório, que substituirá a lei do petróleo de 1997, do FHC.
Este novo marco regulatório deve estabelecer que as rendas dessas áreas fiquem com o estado brasileiro, diferentemente do atual modelo no qual toda a produção é apropriada pela empresa exploradora. O novo marco deve ainda garantir o controle estatal da produção e fortalecer a Petrobras, patrimônio conquistado na campanha “O Petróleo é Nosso”, de modo que ela seja a operadora exclusiva do Pré-Sal. O Estado precisa, assim, retomar o capital acionário da empresa, saindo da condição vergonhosa em que se encontra, na qual praticamente 60% de suas ações estão nas mãos da iniciativa privada, em especial do capital estrangeiro.
Deve também constar desta mudança da lei do petróleo uma nova divisão da rendas advindas dos royalties e participação especial, garantindo, desta forma, uma redistribuição para todo o país que contribua para a diminuição das desigualdades regionais e para o pleno desenvolvimento da nação.
Nesta quadra, a União Nacional dos Estudantes, herdeira e protagonista da luta por um Brasil soberano e em defesa do patrimônio do povo brasileiro, deve convocar todos os estudantes e a sociedade brasileira a construir uma campanha em defesa do petróleo, com ampla mobilização e debate acerca deste tema nas universidades brasileiras.
- 50 % do Fundo do Pré-Sal para educação
- Por um novo marco regulatório do petróleo com monopólio estatal.
UNIÃO NACIONAL DOS ESTUDANTES
Pré-sal para a Educação !
A União Nacional dos Estudantes tem papel histórico na luta em defesa do patrimônio brasileiro, sendo uma das responsáveis pela criação da Petrobras.
Não por acaso, desde que foi anunciado potencial petrolífero das camadas pré-sal, e o volume de recursos que serão gerados para a União, a UNE passou a defender que esta riqueza seja voltada ao povo. “A UNE acredita que é a oportunidade de um novo período de desenvolvimento para nosso país”, brada o presidente Augusto Chagas.
A União Brasileira dos Estudantes será novamente protagonista de um momento ímpar para o Brasil. A entidade passa a partir de agora a lutar com toda sua força e com o apoio dos estudantes pelos seguintes eixos fundamentais:
- 50 % do Fundo do Pré-Sal para educação;
- Por um novo marco regulatório do petróleo com monopólio estatal.
Assinar:
Postagens (Atom)








