30 de nov. de 2009

UNE responde à nova tentativa do Estadão de criminalizar entidade

Sob o título "Ataques do Estadão à UNE: mais um capítulo da criminalização dos movimentos sociais", o presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Augusto Chagas, responde às acusações feitas pelo jornal Estado de S. Paulo e comenta a real intenção da reportagem que acusa a UNE de irregularidades.

Arqivo UNE
Augusto Chagas, presidente da UNE, durante manifestação em São Paulo

Ataques do Estadão à UNE: mais um capítulo da criminalização dos movimentos sociais

A principal manchete do jornal O Estado de São Paulo deste domingo acusa: “UNE é suspeita de fraudar convênios”. Em toda a página de abertura do caderno, o jornal julga: “a UNE fraudou convênios, forjou orçamentos”. Categoriza-nos de “aliados do governo” e afirma: “a organização estudantil toma dinheiro público, mas não diz nem quanto gastou nem como gastou”.

A afirmação “UNE é suspeita” não veio de nenhum órgão de polícia ou de controle de contas públicas, é uma afirmação de autoria e responsabilidade de O Estado de São Paulo. A principal acusação é de um orçamento de uma empresa não localizada, que aparece numa previsão orçamentária. De resto, outro orçamento de uma empresa que funciona num pequeno sobrado e especulação sobre convênios que ainda não tiveram suas contas aprovadas.

O fato é que a UNE nunca contratou nenhuma das duas empresas, apenas fez orçamentos, ao contrário do que a matéria, de modo ladino, faz crer. Sobre os convênios, o jornal preferiu ignorar as dezenas de convênios públicos executados pela UNE nos últimos anos – todos absolutamente regulares. Ignora também os pedidos de prorrogação de prazos feitos aos convênios citados, procedimento usual e que não tem nada de ilícito.

A diferença no peso dado a duas notícias na capa desta mesma edição evidencia mais ainda suas opções. Com muito menor destaque, denuncia os vídeos e gravações de um escândalo de compra de parlamentares, operadas pelo próprio governador do Distrito Federal. Apenas a penúltima página do caderno trata do escândalo, imperceptível sob a propaganda de um grande anunciante do jornal. Uma pequena fotografia mostra os R$100 mil que foram anexados ao inquérito divulgado pela Polícia Federal. A matéria, em tom jornalístico, não acusa. Pelo contrário, diz que os vídeos, “de acordo com a investigação”, revelam um suposto esquema de corrupção. Talvez o jornalista não tenha assistido às gravações...

Há pelo menos 17 anos este jornal não oferecia à União Nacional dos Estudantes uma manchete desta proporção. A última acontecera no Fora Collor. A hipocrisia da sua linha editorial precisa ser repudiada. Não apenas como esforço de defender a UNE das calúnias, mas para desmascarar os seus reais objetivos.

O principal deles é a desqualificação e criminalização dos movimentos sociais. O MST enfrenta um destes momentos de ataque, seja através da CPI recriada no Congresso pelos ruralistas, seja através da sistemática campanha que procura taxá-lo como “criminoso” para a opinião pública. As Centrais Sindicais sofrem a coerção econômica do patronato, policialesca do sistema judicial, e a injúria de parte da grande mídia. A UNE, que acaba de construir o congresso mais representativo dos seus 72 anos de vida, foi tratada como governista, vendida, aparelhada e desvirtuada de seus objetivos pela maioria das grandes rádios, jornais e revistas.

A grande imprensa oscila entre atacar os movimentos sociais ou ignorá-los - como fez recentemente com a marcha de mais de 50 mil trabalhadores reunidos em Brasília reivindicando a redução da jornada de trabalho. Este jornal, por exemplo, não achou o fato importante a ponto de noticiá-lo.

As organizações populares e democráticas devem ter energia para reagir prontamente. É fundamental que o façam de maneira unificada, fortalecendo-se diante dos interesses poderosos que enfrentam. Que fique claro: o setor dominante tenta impedir as profundas transformações que estas organizações reivindicam e que são tão necessárias à emancipação do povo brasileiro e à conquista da real democracia no país.

A manchete do Estadão evidencia também a maneira como a grande mídia trata o problema da corrupção no Brasil: como instrumento de luta política por seus objetivos e com descarado cinismo. Seja pela insistente campanha para desconstruir no imaginário popular a crença na política e no Estado, ou pelas escolhas que faz ao divulgar com destaque desproporcional irregularidades que envolvem aliados ou adversários, criando ou abafando crises na opinião pública.

Na verdade, pouco fazem para enfrentar os verdadeiros problemas da apropriação privada daquilo que é público. A UNE, pelo contrário, sempre levantou a bandeira da democracia. Alguns de nossos mais valorosos dirigentes deram a vida lutando por ela. E afirmamos com veemência: a UNE trata com absoluta responsabilidade os recursos públicos que opera e os aplica para atividades de grande interesse da sociedade.

Às vésperas da primeira Conferência Nacional de Comunicação, o movimento social deve intensificar a luta pelos seus direitos. O enfrentamento à despótica posição da mídia brasileira é um dos grandes desafios que o país terá na construção da democracia que queremos.

O movimento social brasileiro vive um momento de grande unidade, que pode ser visto pela sólida relação entre as Centrais Sindicais e pelo fortalecimento da Coordenação dos Movimentos Sociais. Não à toa, a UNE foi mais uma vez atacada. “Saibam que estamos preparados para mais editoriais, artigos, comentários e tendenciosas ‘notícias’”, afirmei em artigo publicado no dia 24 de julho, apenas cinco dias após a realização do nosso 51º Congresso. Os meses que se passaram não tornaram a afirmação anacrônica. Pois que todos saibam que a UNE não transigirá um milímetro de suas convicções e disposição de luta por um Brasil desenvolvido e justo.

Por Augusto Chagas, presidente da UNE

20 de nov. de 2009

CONFECOM

1ª Conferência de Comunicação no estado de São Paulo

A demora na sua convocação indica que este processo terá caráter estratégico. A idéia de um amplo e democrático debate na sociedade sobre o papel dos meios de comunicação esteve na agenda do governo Lula desde o seu primeiro mandato, mas sempre foi castrada pela oligarquia midiática e pelas vacilações e ilusões existentes no próprio Palácio do Planalto.

São Paulo realiza 1ª Conferência de Comunicação
A 1ª Conferência Paulista de Comunicação acontece na cidade de São Paulo nos próximos dias 20 a 22 de novembro. A etapa paulista elegerá os delegados à 1ª Conferência Nacional (Confecom) e deve reunir mais de 1.000 pessoas de todo o Estado, sob o tema "Comunicação: meios para construção de direitos e de cidadania na era digital".
Além da capital, da Baixada Santista e da Grande São Paulo, diversas cidades do interior também realizaram conferências prévias, e estarão presentes na Capital nesse fim de semana.

A solenidade de abertura da Conferência Estadual, aberta a qualquer cidadão ou cidadã, terá início às 20h da sexta-feira, 20 de novembro, na quadra do Sindicato dos Bancários de São Paulo, localizada na Rua Tabatinguera, 192 , Centro, São Paulo. Na abertura deverão estar presentes diversas autoridades, sobretudo parlamentares, já que aqui no Estado, a Conferência foi convocada pela Assembléia Legislativa. Autoridades do Ministério das Comunicações, e do Governo Lula, que convocaram a Conferência Nacional também estarão.

Nos dois dias seguintes, os participantes - onde se incluem diversos empresários de jornais, revistas, internet, rádio e tv - discutirão a comunicação no Brasil e escolherão propostas para as políticas na área, no nível estadual e federal. Três eixos temáticos norteiam o debate que está sendo feito em todos os estados brasileiros: produção de conteúdo, meios de distribuição e cidadania: direitos e deveres.

Serviço
1ª Conferência de Comunicação do Estado de São Paulo
Abertura: Sexta-feira, 20 de novembro, 20h
Quadra do Sindicato dos Bancários: Rua Tabatinguera, 192 (próximo ao metrô Sé)


A Conferência de Comunicação de São Paulo é responsável pela eleição de 189 delegados que representarão o estado na 1ª Confecom, a se realizar entre os dias 14 e 17 de dezembro, em Brasília. São 84 delegados da Sociedade Civil, 84 da Sociedade Civil Empresarial e 21 do Poder Público.

UEE



A UEE-SP Esta participando ativamente da Confecom acreditamos que apenas com uma mídia democratizada, transparente e comprometida com a verdade a população estará bem informada e pronta pra dar "SUA" opinião, sem interferência das grandes empresas impor uma verdade de fatos acontecidos na sociedade.
Todavia sabemos que as grandes redes de informações não são imparciais com os acontecimentos, dando assim  uma idéia surreal dos fatos, destorcendo e até mesmo criminalizando acontecimentos, desde que esses fatos a favoreça a ideologia pragmatica que pregam.

A UEE-SP como representante dos estudantes universitários do Estado mais expressivo em jovens, tem o dever de entrar nesse debate e por sua opinião exigindo uma mídia mais democrática e comprometida.
Sabemos que os jovens hoje se baseiam no que assistem na TV, lêem no jornal e navegam na internet, e esses jovens não podem ficar a mercê de uma mídia que informa apenas de seus interesses políticos e capitalistas, hoje a UEE-SP vai até a Confecom e exige de nossos governantes e representantes uma mídia que não seja sucateada, que ela seja atrativa e não partidária!

10 de nov. de 2009

Une realiza ato na Uniban e universidader revoga a expulsão da estudante Geisy Arruda




Pressão de entidades, intelectuais, professores, da imprensa brasileira e internacional levam a Uniban a revogar o ato de expulsão da estudante Geisy. "A decisão é uma vitória de todos aqueles que se indignaram com o caso. Mas ainda é muito pouco diante do ocorrido. Precisamos garantir que a Geisy continue sua trajetória escolar e tenha seus prejuízos minimizados”, afirmou Augusto Chagas, presidente da UNE.


8 de nov. de 2009

UNIBAN ANUNCIA EXPULSÃO DE ALUNA QUE USOU VESTIDO CURTO

A estudante de turismo Geisy Arruda, 20, que foi expulsa da Uniban por ter "atitude inadequada"
 A estudante de turismo Geisy Arruda, 20, foi expulsa da Uniban (Universidade Bandeirante), após o episódio em que outros alunos da universidade a hostilizaram por usar um vestido curto demais, no dia 22 de outubro.

A instituição de ensino divulga uma nota publicitária em jornais neste domingo (8) em que argumenta que a estudante usava trajes inadequados, indicando “uma postura incompatível com o ambiente da universidade". Diz a nota:

- Apesar de alertada, [a aluna] não modificou seu comportamento.

Entrevistado pelo R7, o advogado da reitoria da Uniban, Décio Lencioni Machado, afirma que a estudante tinha atitudes provocantes na universidade há um certo tempo e que foi alertada sobre sua postura inadequada mais de uma vez por funcionários e colegas.

- Nesse dia [22 de outubro], temos relatos de que ela levantou o vestido e permitiu que as pessoas vissem suas partes íntimas, se olhassem por trás. Ela circulou pelos corredores assim, chegou a entrar em sala de aula desse jeito.

A expulsão não ocorreu por causa do vestido curto, mas devido a essas atitudes insinuantes, afirma o advogado. Ele diz que a decisão saiu na noite de sexta-feira (6).

A estudante nega ter levantado o vestido e diz que não foi comunicada pela universidade da expulsão.


UEE


Atitude FASCISTA é essa denominação que a UEE dá a tal ato da Uniban que expulsa uma aluna e a priva de estar dentro de uma universidade.
A Uniban terá que dar mais explicações do que a utilizada pelo advogado, para explicar porque uma jovem não está no lugar que lhe é de direito.
Atitude excludente essa é a realidade.
Não dá para compreender do porque a universidade tomou tal atitude, será que ela não percebe que estará estimulando atitudes como essa? Atitudes onde jovens atacam outra pessoa por seguirem as regras de uma sociedade do que é certo ou errado? A UEE repudia tal atitude e irá cobrar da universidade uma retratação; somos a entidade dos estudantes e defendemos a permanência da aluna Geysi no curso de turismo na Uniban, concordar com isso é marginalizar os direitos da juventude!

1 de nov. de 2009

UNIVERSITARIA É AGREDIDA POR IR COM VESTIDO CURTO A UNIVERSIDADE!

A estudante do curso de Turismo, chamada pelas amigas pelo apelido de "Loirão", foi ao campus com um vestido curto que foi encarado como "provocação" por vários colegas. Por causa disso, ela foi hostilizada e ameaçada fisicamente, como demonstram diversos vídeos que circulam na internet. Sem apoio dos seguranças da faculdade, ela precisou ficar trancada dentro de uma sala e só saiu de lá escoltada pela Polícia. A Uniban prometeu apurar o caso.

UEE

A União Estadual dos Estudantes repudia a ação feita por alguns alunos na Universidade UNIBAN na ultima quinta-feira (22). Acreditamos que uma vestimenta não altera o caráter de uma pessoa.

A juventude que tanto luta por espaço na sociedade se presta a uma atitude tão grosseira e sem nexo, uma atitude que retrocede a luta da juventude, nosso inimigo jamais está dentro de uma sala de aula ou circulando pelo campus de nossa universidade, ao contrario quem senta do nosso lado na sala de aula é nosso companheiro de luta, nosso aliado. A universitária do curso de turismo tem o apoio de nossa entidade, e um trabalho social deve ser feito na universidade, para que tal erro não repita.

Todavia sabemos que nossa sociedade se mascara escondendo assim o preconceito, e seja ele étnico, sexual, social; não aceitamos esse comportamento, a juventude luta por sociedade mais justa, democrática e laica, e esse tipo de comportamento em uma universidade onde de lá sairá, educadores, administradores, médicos, enfim profissionais qualificados é inaceitável.

O movimento estudantil se mostra contrario a essas atitudes, e sabe que não será de um dia para o outro que tal atitude será esquecida, e não é isso que defendemos, queremos que tal erro não aconteça mais.

Por uma sociedade mais justa é a UEE a favor da igualdade

28 de out. de 2009

Estado afasta diretora e vice por material didático achado no lixo


Eram 1.500 apostilas, muitas ainda embaladas, com nome e endereço da escola



A Secretaria de Estado da Educação decidiu afastar a diretora e a vice-diretora da escola estadual Eugênia Vilhena de Morais, em Ribeirão Preto. O afastamento se deve ao fato de, ao lado da escola, ter sido encontrada anteontem uma caçamba de lixo com pelo menos 1.500 apostilas de exercícios, muitas ainda embaladas, e com o nome e o endereço da escola.

O Ministério Público Estadual em Ribeirão vai abrir um inquérito para investigar o fato. O secretário de Estado da Educação, Paulo Renato Souza, chamou o caso de “episódio lamentável” e disse que a decisão de descartar o material foi “obviamente absurda”.

A secretaria não informou o nome da diretora. Alunos disseram à Folha que ela se chama Jussara, mas não souberam dizer seu sobrenome. Ela e a vice deverão trabalhar no serviço interno da Diretoria de Ensino.

A nota da pasta divulgada ontem contradiz a informação passada no dia anterior de que a escola não tinha responsabilidade pelo descarte do material.

fonte: jornal estado de São Paulo

UEE.


Os últimos acontecimentos da Educação, em especial no Estado de São Paulo, está deixando o atual governo sem credibilidade.


A Educação a qual entendemos como o corredor do avanço de uma sociedades justa e democrática está sendo representada por administradores que o governo titula serem competentes, mas não é essa realidade que nós chega, a escola chega a ser excludente, e ditadora, quando essa marginaliza seus alunos e os torna “clientela” de uma instituição publica.

Percebemos que nos últimos dias acontecimentos do tipo: cobrança de taxa para realizar prova xerocada, acusações de uso de uniforme pirata e até mesmo livros e apostilas sendo jogados fora, é o que rodeia no cenário da educação; e o pior de todo esse fato é que diretores são responsáveis por esses tristes fatos que acontecem no nosso Estado.

Já que não queriam o uso da apostila ou julgavam como dispensável porque não ter feito algo antes??

Porque deixar que nosso bolso pague por um erro grosseiro deles, e nossas crianças sendo prejudicadas por atitudes lastimáveis como essa.

O que acompanhamos é um retrocesso no ensino-aprendizagem, que o resultado de tais atitudes vem refletindo há muito tempo um governo com nenhum compromisso com a educação de Estado, e sucateando o ensino na educação básica e estendendo esse descaso com a educação de ensino superior.

É de nossa resposabilidade chamar a responsabilidade de nossos governantes, e sempre lembrando a frase:
"Quem ocupa o trono tem culpa,
Quem oculta o crime também"
(Engenheiros do Hawai)
Estudantes da Escola Estadual São Paulo têm que pagar para estudar


 

"Estava na secretaria, conversando com a vice-diretora, quando uma outra funcionária disse: "ela está com uniforme pirata" e acabei levando uma advertência". Quem faz o relato é Camila Carolina Bonfim, presidente do grêmio da escola. A EE São Paulo é uma escola pública tida como referência na rede paulista. Detalhe: a escola cobra R$ 20 pela camiseta e R$ 50 pela calça e a utilização desse uniforme é obrigatória para o aluno freqüentar as aulas.

Além de cobrar pelo uniforme obrigatório a escola ainda cobra R$ 2,00 por prova aplicada aos alunos. O aluno que não paga tem seu numero de matricula escrito na lousa e é obrigado a copiar a prova que tem em média 20 páginas, com papel e caneta trazidos de casa.

Por óbvio, as práticas são contra a lei, já que trata-se de colégio da rede pública e gratuita, custeada pelos impostos pagos pela população.


Além de ilegal, as cobranças trazem constrangimentos aos alunos. "Se quer uniforme barato, que vá estudar perto da sua casa", foi a resposta ouvida por Camila ao justificar que confeccionou a peça por conta própria por ser mais barata que as "oficiais".


Para Arthur Herculano, presidente da União Paulista dos Estudantes Secundaristas (UPES), "a medida é um absurdo contra os estudantes e que mostra o total descontrole da secretaria de educação com as escolas da rede pública estadual".


"Mais uma vez o estado de São Paulo protagoniza um vexame nacional. A dupla José Serra/Paulo Renato estão arruinando o ensino público estadual", completa Arthur. É o jeito tucano de governar que não para de surpreender - ou melhor, de escandalizar -, principalmente na área educacional.

UEE

18 de out. de 2009

reuniao ampliada da diretoria plena da une

A UEE|SP está participando neste final de semana da reuniao ampliada da diretoria plena da UNE. A nossa entidade nacional, em conjunto com varias UEEs do país, com a ANPG e com a UBES lançam no país a campanha "Pela Nova lei do petróleo: 50% do fundo do pré-sal para a Educação"!
Essa reuniao está servindo para que lideranças de todo o país formulem, pensem a campanha e pra que a diretoria planeje as ações principais da entidade nos próximos 2 anos.

Daqui, a UNE, UEEs, DCE e diversas lideranças sairão pelo país afora levando a campanha para todas as universidades brasileiras e convocando um ato unificado com os movimentos socias no dia 04 de novembro em brasília em defesa de um novo marco regulatorio do petroleo e pra que aprovemos nosso projeto de lei que vincula 50% das verbas do fundo social do pre-sal para a Educação brasileira!´

É a UNE e a UEE|SP em defesa da melhoria da Educação e em defesa dos estudantes paulistas e brasileiros!

Logo mais a gente posta as resoluções, fotos e o resultado de todo o planejamento.

10 de out. de 2009

UNE e Ubes querem 10 mil em ato por 50% do pré-sal para Educação

A União Nacional dos Estudantes (UNE), a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e a Associação nacional dos Pós-Graduandos (ANPG) preparam uma "blitz" no COngresso Nacional na próxima semana e pretendem reunir cerca de 10 mil estudantes em Brasília no mês de novembro, para um ato em favor do uso de 50% da verba do fundo social do petróleo da camada pré-sal em projetos de educação.

 Nos dias 13 e 14 de outubro uma tropa de diretores da UNE, Ubes e ANPG farão uma "blitz" no Congresso Nacional. O objetivo da ação é colher assinatura de parlamentares em apoio ao projeto de Emenda dos estudantes que reserva 50% para a Educação da verba prevista no PL do Fundo Social do Pré-Sal, encaminhado pelo Poder Executivo às Casas Legislativas.


“É a oportunidade de um novo período de desenvolvimento para nosso país e lutaremos para que isso de fato ocorra”, defende Augusto Chagas, presidente da UNE. Além de defender a porcentagem do fundo para investimentos em Educação, os estudantes pressionam o Congresso também pela aprovação de um novo marco regulatório do petróleo, com o monopólio estatal.

Além das assinaturas, as entidades estudantis já marcaram duas reuniões públicas com o objetivo de dar força à bandeira. A primeira é o deputado Brizola Neto (PDT/RJ),  presidente da Comissão de Participação Legislativa da Câmara, responsável por receber emendas e outras peças legislativas de autoria de organizações da sociedade civil. A segunda reunião é com o relator desta mesma comissão, o deputado Antônio Palocci (PT/SP).


 
10 mil pela Educação

Depois da jornada institucional, UNE, Ubes e ANPG manterão um contigente de dirigentes em Braília para visitar escolas e universidades apresentando a bandeira de 50% da verba do fundo social do pré-sal para a Educação e mobilizando para um ato que pretende reunir pelo menos 10 mil estudantes na Esplanada dos Ministérios no dia 4 de novembro.

O presidente da Ubes, Ismael Cardoso, ressalta que o objetivo da atual campanha das entidades estudantis "é interiorizar esse debate, como nós fizemos no fim da década de 1940, início da década de 1950, com a campanha O Petróleo É Nosso”. A bandeira é pauta de debates e mobilizações do Congresso da entidade, que ocorre na primeira quinzena de dezembro em Belo Horizonte (MG).
O projeto que cria o Fundo Social, enviado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva dentro do pacote de regras do pré-sal, recebeu mais de 200 emendas até o dia 18 de setembro, prazo limite para que os deputados as apresentassem. Caso as alterações no Fundo Social sejam aprovadas, parte do dinheiro poderá ir para a demarcação e titulação de áreas de quilombolas, para assistência à agricultura familiar, para o desenvolvimento do esporte, para o sistema penitenciário, para o setor de saúde e para a promoção da igualdade de gênero, raça e etnia, entre outras destinações sugeridas pelos deputados.

Para o presidente da ANPG, Hugo Valadares, não há contradição em defender 50% do fundo para a Educação e cobrar mais investimentos também em Ciência e Tecnologia e Inovação ou em outras áreas. Hugo defende que a Educação é transversal: "não tem como fazer investimentos maciços em Ciência, Tecnologia e Inovação, por exemplo, sem investir em Educação. As coisas estão diretamente relacionadas. Para aumentar a produção de pesquisa no país precisamos qualificar mais gente, melhorar a qualidade dos cursos de pós-graduação e outras demandas que dependem de uma boa base educacional".



fonte:

portal vermelho: www.vermelho.org.br
De São paulo, Luana Bonone

9 de out. de 2009

 42 Anos sem Che Guevara!!



Ele abandonou a medicina, a família e seu país para conhecer a América e os americanos. Acabou se transformando num guerrilheiro e lutando pela independência em uma pequena ilha do Caribe, da qual pouco sabia. Morto antes de completar 40 anos, tornou-se um dos símbolos do século 20.

O muro de Berlim caiu em 1989, levando junto a União Soviética e uma penca de regimes do “socialismo real”, mas Ernesto Che Guevara sobreviveu. Argentino de nascimento, cubano por adoção e latino-americano por vocação, o jovem que se tornou guerrilheiro e a mais influente figura da Revolução Cubana, só abaixo de Fidel Castro, foi executado em 9 de outubro de 1967 por uma unidade do Exército boliviano treinada pela CIA, a agência de inteligência do governo dos Estados Unidos.

Che deixou a medicina de lado para lutar por justiça social e se transformou no personagem político mais célebre da América Latina no século passado. Virou ícone universal de rebeldia e desprendimento, alimentando o imaginário e a esperança de jovens, politizados ou não, e entrou para a galeria dos imortais do século 20, ao lado de Mahatma Gandhi, Martin Luther King e John Lennon.

Nascido em14 de junho de 1928, em Rosário, na Argentina, filho de Ernesto Guevara Lynch e Célia de la Serna, desde pequeno presenciou conversas de seus pais com militantes políticos progressistas.


1967 - Dia do Guerrilheiro heróico  
  Ernesto Che Guevara, capturado na véspera nas selvas da Amazônia boliviana, é assassinado a sangue frio pelo exército boliviano. Convertido em símbolo de rebeldia, heroísmo e solidariedade, o Che é ainda hoje o morto mais vivo da América Latina.


 leia mais: http://historia.abril.com.br/gente/camarada-ernesto-che-guevara-433434.shtml




http://www.vermelho.org.br/


7 de out. de 2009


 
UNIVERSIDADES PUBLICAS MUDAM A DATA DE VESTIBULAR E NÃO PREJUDICAM A JUVENTUDE BRASILEIRA!

As Universidades de âmbito Estadual e Federal aceitaram mudar as datas do vestibular para o mês de dezembro, já que a nova data do Enem coincide com as datas do processo seletivo.


Na ultima quarta-feira dia 30/09 o MEC cancelou as provas do Enem que aconteceriam nos dias 3, 4/09 deixando 4 milhões de estudantes desesperados e prejudicados com o fim da aplicação da prova, isso aconteceu porque o Jornal “O Estadão” deu alarde de que informações da prova teriam vazado, já que ofereceram o conteúdo da prova por 500 mil reais para o mesmo.

Seria um absurdo os estudantes pagarem por um erro ganancioso, já que varias universidades depois de saberem do cancelamento da prova deram indícios que não aceitariam o resultado do Enem como referencial para a entrada de alunos nas Universidades publicas.

Mais hoje o MEC já deu prova de que estes atos não podem prejudicar o sonho de vários jovens que é de entrar em uma Universidade publica com ensino de qualidade; o MEC negociou com algumas Universidades Federais e Estaduais e ja se pronunciaram que irão mudar a data dos vestibulares para depois do Enem e assim não prejudicaram os alunos que esperam que o Exame Nacional do Ensino Médio os ajudem a entrar nas Universidades.

A UEE sabe que isso é uma vitoria para nossa sociedade em geral, sabe que o lugar de nossa juventude é dentro das Universidades com um ensino de qualidade e não fora dela.

Agora nossa luta será cada vez mais árdua porque sabemos a juventude esta tornando alvo de ataques como esses, que temos que nós unir para exigir um ensino democrático a todos e ampliar o acesso as universidades publicas.

A UEE estará presente em todas essas lutas, será protagonista das vitorias junto à juventude brasileira, pois é por uma sociedade mais justa que lutamos, onde a Juventude se coloque em seu lugar merecido e conquistando cada dia mais seu espaço dentro de nossa nação!

** A nova data do enem é 05 e 06 de Dezembro e o Inep vai possibilitar aos inscritos q desejam alterar o local da prova devido a mudança de data (o período para fazer a solicitação é de 08/10 à 14/10).
mais informações: http://www.inep.gov.br/imprensa/noticias/enem/news09_35.htm

5 de out. de 2009



Mais de 3 mil pessoas participam da abertura da I Conferência Estadual de Educação em São Paulo

Assessoria de Imprensa CONAE-SP
A abertura da I Conferência Estadual de Educação, no Palácio das Convenções do Anhembi, realizada na manhã desta sexta-feira (02/10) contou com mais de 3 mil participantes.


O professor Francisco das Chagas Fernandes, secretário executivo adjunto do Ministério da Educação, substituiu o Ministro da Educação Fernando Haddad na abertura do evento. O ministro está em Brasília, acompanhando as investigações da Polícia Federal sobre a divulgação antecipada da prova do Enem e a preparação de uma nova prova pelo MEC.



São Paulo é o primeiro a realizar a fase estadual da Conae. Os estados de Mato Grosso do Sul, Paraná, Roraima e Santa Catarina também farão seus encontros em outubro. Os eventos do Distrito Federal e dos outros estados ficam para novembro. Acre e Tocantins devem ser os últimos estados a realizar a etapa estadual.


A Conferência Nacional vai acontecer entre os dias 28 de março e 1 de abril de 2010. Aproximadamente 430 mil pessoas estão envolvidas em todo o País no processo que culminará com a formulação de propostas e diretrizes para a construção do novo Plano Nacional de Educação, que deve ser adotado entre os anos de 2011 e 2020.


Segundo o coordenador da etapa paulista da Conae, José Adinan Ortolan, a quantidade de emendas apresentadas durante as conferências municipais superou todas as expectativas. As emendas apresentadas pelos mais diversos setores envolvidos na Educação em São Paulo serão debatidas em duas plenárias. A Conae - SP acontece no Palácio das Convenções do Anhembi.


UEE.

O Estado de São Paulo tinha todos os motivos para não realizar a conferencia Estadual da Educação (uma das fases do Conae) uma delas foi à falta de apoio do Governo Estadual, que não fez nenhuma questão que a conferencia acontecesse.

Desde janeiro desse ano foi proposto que em todos os Estados, Municípios que realizasse o debate sobre a nova proposta Nacional da educação a ser executada entre os anos de 2011 á 2020, e foram com debates de qualidade, propostas, emendas, que os representantes de nossas regiões compareceram para debater a Educação do Estado de São Paulo, e levar as resoluções para a etapa nacional.

A UEE esteve presente em todos os segmentos do debate, propondo e defendendo o que acredita ser melhor para a educação.

Umas das propostas aprovadas que reconhecemos como sendo as mais importantes foi a aprovação do ProUni  e os 50% do Pré-Sal para a educação, sabemos que a luta será árdua e longa, mais jamais vamos desistir, pois a riqueza do Brasil deve ficar e ser aplicada nos brasileiros, é nosso direito e temos que mostrar para o governo que o progresso acontecerá apenas com a valorização de nosso Estado Nação.

A Conferência Nacional de Educação - CONAE é um espaço democrático aberto pelo Poder Público para que todos possam participar do desenvolvimento da Educação Nacional, e essa etapa foi a primeira de varias que ainda vamos travar pela frente mais de uma coisa a UEE-SP tem certeza, estaremos defendendo os Estudantes em todas elas.