21 de abr. de 2010
1ª Reunião de Diretoria Plena da UEE-SP em vídeo
Vem aí o 58º CONEG da UNE, no RJ
Entre os dias 22 a 25 de abril (quinta a domingo), mais de 500 lideranças estudantis de todo o Brasil estarão reunidas na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) para discutir e elaborar uma plataforma política a ser apresentada ao conjunto da sociedade. Trata-se do 58° Conselho Nacional de Entidades Gerais da União Nacional dos Estudantes, o CONEG da UNE, um dos principais fóruns de discussão do movimento estudantil brasileiro.
As atividades serão concentradas no Centro Tecnológico da UFRJ, no Fundão. A mesa de abertura será na quinta-feira, dia 22, às 10h, com a participação de autoridades políticas e representantes de entidades do movimento social. A plenária final – quando serão votadas e deliberadas pelos estudantes as principais propostas – será realizada no Terreno da UNE, na Praia do Flamengo-132, histórico espaço onde funcionou a sede da entidade até ser incendiada e demolida pelo regime ditatorial militar, em 1964. Na ocasião, estará exposta a maquete do arquiteto Oscar Niemeyer para o novo prédio que será construído no local.
58º CONEG da UNE
Data: A partir de 22/04/10
End.: Bloco A do Centro de Tecnologia da UFRJ
CT da UFRJ /Ilha do Fundão
Av. Athos da Silveira Ramos 149 - Bloco A - 2º andar
Confira no mapa
Plenária Final do 58º CONEG da UNE
Data: 25/04/10
Local: Praia do Flamengo, 132.
20 de abr. de 2010
Abaixo Assinado em nome de PEC nº9
Desafio político de São Paulo no CONEG
"As Uniões Estaduais Estudantis (UEEs) de todo o País foram convocadas a construir o processo do 58º Conselho Nacional de Entidades Gerais da União Nacional dos Estudantes (CONEG), que ocorrerá entre os dias 22 e 25 de abril de 2010, na cidade do Rio de Janeiro.
O estado de SP será protagonista dessa ação, uma vez que se localiza aqui a maior parte das universidades, dentre as quais, as mais importantes do país. No entanto, não é somente a grandeza do nosso estado que nos faz agente principal da campanha do CONEG. Aqui vivenciamos os maiores mandos e desmandos dos tubarões de ensino.
Os estudantes paulistas convivem diariamente com o boom das universidades particulares iniciado na década de 1990. Essa explosão do setor privatista na educação reflete o caráter do ensino superior em SP como sendo visto prioritariamente como mercadoria. Dentre as ações da UEE-SP no combate às irregularidades advindas desta característica está a Ouvidoria do Estudante, uma via direta do estudante com o PROCON e o Ministério Público.
Dentro das universidades públicas estaduais a situação é parecida ou pior, já que há 16 anos a política do governo é, a cada dia mais, sucatear as estruturas, desvalorizar os profissionais da educação, desrespeitar o direito dos estudantes à educação gratuita e de qualidade, assim como o direito à assistência estudantil.
Analisando essas particularidades, o 58º CONEG da UNE vem cumprir um papel de extrema importância para o fortalecimento do movimento estudantil universitário no estado. Incentivar a participação política dos universitários e universitárias paulistas está mais do que na ordem do dia. Despertar o interesse contra as irregularidades do setor privado e exigir melhorias nas universidades públicas estaduais reforçará a postura combativa que sempre nos propusemos a representar.
Mas não só isso é o que representa esse CONEG de 2010. O que está posto para os estudantes brasileiros, neste momento histórico, é mais do que simplesmente despertar a consciência coletiva. O centro do debate político deste ano é a disputa eleitoral que vem se caracterizando plebiscitária e tende a polarizar a opinião da sociedade. Definir e esclarecer qual dos dois projetos hoje propostos para o Brasil, e o que governará nossas vidas, é tarefa principal do movimento estudantil.
Neste contexto está inserido o movimento estudantil também em SP. Vamos então fazer uma breve análise do estudante universitário paulista. Sua grande maioria é da classe média, trabalha o dia todo e estuda em universidade particular. Esta faixa da população é a mais atingida pela propaganda da mídia, blindada pelo governo do estado, em garantir que tudo aqui é muito eficiente e perfeito. Porém, basta olhar para o lado que o estudante perceberá que não é bem assim.
Não só a estrutura das cidades paulistas, como o sistema de transporte (rodovias privatizadas e pedágios caros em todo canto), assim como também nosso sistema de saúde, conseguem proporcionar ao estudante e à população paulista um retrato bem claro da nossa realidade.
Neste momento pré-eleitoral, em que o governador de SP se colocará novamente como candidato à presidência do nosso país, é esse o projeto que devemos escancarar a todos. Sucateamento, descaso, ineficiência e falta de compromisso com a população é o que representa a candidatura de José Serra.
Todos os estudantes brasileiros devem invadir as universidades para apresentar outra proposta de Brasil. Uma que leve em conta as necessidades do nosso povo e compreenda a educação superior brasileira como direito e bem público. E, principalmente os estudantes paulistas, que entendem a política devastadora da direita localizada em SP deverão invadir as salas de aula para construir muitos DCEs e, consequentemente, um grande CONEG!
Todos rumo ao 58º CONEG da UNE!"
19 de abr. de 2010
Imagens da 1ª Reunião de Diretoria Plena da UEE-SP
Debate de abetura
Carlos, aluno da USP, apresentando proposta de moção em apoio as vítimas do terremoto no Haiti
Alexandre Silva, diretor de universidades públicas
Fabio Garcia, representante da entidade na Alesp
Natália, vice-capital
Modesto, vice-campinas
Carlos Siqueira, presidente
Carolina Figueiredo, diretora de políticas educacionais
Camila Severo, diretora de mulheres
Alexandre, diretor de universidades públicas
Edney Castilho, tesoureiro geral
Felipe da Silva, primeiro tesoureiro
Fernando, representante da produtora Contra Regras
Apresentação em slides foram feitas pelos diretores, colocando em debate as ações de cada pasta para a atual gestão
Apresentação...
Jéssika Martins Ribeiro, vice-presidente
Fabio Sardinha, diretor de universidades particulares
Márcio, diretor de universidades particulares
Rui, diretor de universidades particulares
Marina Cruz, primeira secretária, e Herick Costa, secretário geral
Renata Martins (Tina), primeira diretora de comunicação, e Juliana Borges, diretora de comunicação
Carlos Siqueira, presidente, e Herick Costa, secretário geral
Camila Severo, diretora de mulheres
Tatiane, vice-Tupã, e Igor, vice-Campinas
Nandara Sakamoto, vice-Araçatuba
Natália - vice-capital
Rui, diretor de universidades particulares
Renato, vice-Marilia
Bruno Tarcis, diretor de cultura
Carolina Barbosa, diretora de políticas educacionais
Carlos, estudante de Filosofia na USP
Carlos Siqueira, presidente
Felipe da Silva, primeiro tesoureiro1ª Reunião de Diretoria Plena da UEE-SP
Postaremos maiores detalhes, imagens e depoimentos em breve. Confira!
14 de abr. de 2010
UEE-SP se empenha em sensibilizar deputados de que o Pré-Sal pode revolucionar a Educação brasileira com a aprovação da PEC nº9
Diretoria da UEE-SP (União Estadual dos Estudantes de São Paulo) apresentou pessoalmente aos deputados estaduais os impactos positivos da aprovação da Proposta de Emenda Constitucional Paulista que pretende destinar 50% dos recursos oriundos do Pré-Sal à Educação, Ciência e Tecnologia e Meio Ambiente
Depois de uma caravana pelo Estado de São Paulo, fazendo uma ampla divulgação de sua bandeira, a diretoria da UEE-SP se reuniu na Assembléia Legislativa de São Paulo (ALESP) para debater as próximas atividades e visitar gabinetes de deputados em busca de comprometimento com a aprovação da nobre Proposta de Emenda Constitucional (PEC) Paulista nº9, em tramite na Casa. "Hoje conseguimos debater e apresentar a PEC nº9 para pelo menos 20 deputados. A nossa meta é debater com os 39 autores que possibilitaram que a proposta esteja tramitando na ALESP" afirma o presidente da UEE-SP, Carlos Siqueira.
“Fomos pedir apoio dos parlamentares para que se comprometam com a educação e estamos animados, pois em uma tarde já conseguimos apoio de pelo menos 20 parlamentares. Nossa meta é debater com os 39 autores da PEC, que a assinaram para que ela pudesse tramitar na casa”, afirma. O encontro mais produtivo foi com o deputado Campos Machado, líder do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) na ALESP, que debateu a proposta com os estudantes e pode se inclinar a favor da mesma.
Com o parecer favorável assinado por Celso Giglio, deputado relator especial e líder da bancada do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) na ALESP, a PEC nº9 está pronta para entrar na Ordem do Dia. É a etapa em que, em duas sessões, a emenda será votada e precisa conseguir votos de pelo menos 57 deputados. “Estamos figurando a entrada da PEC nº9 na Ordem do Dia, para convencer mais deputados de sua importância. Pensamos em fazer um seminário e uma audiência pública para aprofundar o tema e ajudar nesta conscientização”, conta Carlos, que aproveitou a oportunidade para espalhar materiais de campanha pró PEC nº9 pelos corredores da ALESP.
Entre os deputados estaduais que se comprometeram com a PEC nº9, estão: Ana Perugini (PT), Simão Pedro (PT), Vanderlei Siraque (PT), Vicente Cândido (PT), Enio Tatto (PT), Hamilton Pereira (PT), Roberto Felício (PT), Carlos Giannazi (PSOL), Raul Marcelo (PSOL), Jonas Donizette (PSB), Campos Machado (PTB), Edson Ferrarini (PTB), Vanessa Damo (PMDB), Mauro Bragato (PSDB), Eli Correia Filho (DEM), Estevam Galvão de Oliveira (DEM) e Luis Carlos Gondim (PPS). Além disso, uma grande parceira do movimento estudantil que esteve presente na blitz da UEE-SP em apoio à PEC nº9 é Maria Izabel Noronha, presidente do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (APEOESP).
Num encontro com dirigentes da UEE-SP no início do ano, Haroldo Lima, presidente da Agência Nacional do Petróleo (ANP), afirmou que "Como o petróleo encontrado na camada Pré-Sal é um recurso finito, obviamente seus recursos devem ser revertidos ao povo brasileiro e destinados a áreas que beneficiarão nossas gerações futuras. Investir esses recursos em educação é pensar no futuro do Brasil". Para São Paulo, Carlos Siqueira aprofunda essa idéia, comentando as urgências maiores de utilização dos recursos reivindicados. “A nível básico e médio, é necessária a reconstrução de salas de informática, laboratórios de química, assistência estudantil; e a nível acadêmico, o precisamos de aumento de vagas nas três universidades públicas paulista – Universidade de São Paulo (USP), Universidade de Campinas (UNICAMP), Universidade Estadual Paulista (UNESP) - e aprimoração da Faculdade de Tecnologia de São Paulo”, explica. “Pensamos, ainda, em criar observatórios de educação nas 15 regiões do Estado, compostos por educadores, estudantes, gestores e funcionários.”
Em meio à blitz, foi realizada a sexta reunião executiva da atual gestão da UEE-SP, que teve a PEC nº9 como centro de pauta, mas sem perder de vista o contexto político do momento, em que a sociedade se prepara para a batalha eleitoral. “É nossa tarefa levar as reivindicações de luta por mais qualidade da educação superior para os candidatos a governantes do Estado e do País”, comenta Marina Cruz, primeira secretária da UEE-SP. “Sabemos que mais financiamento pra educação é uma bandeira que garantirá um futuro melhor para todos”, completa. Ela lembra que a bandeira de 50% dos recursos do pré-sal para a educação foi aprovada por unanimidade de todas as entidades do ramo educacional na primeira Conferência Nacional de Educação (CONAE), realizada no final de março, em Brasília.
Na próxima terça feira (20), o presidente da UEE-SP fará um pronunciamento para o Colégio de Líderes, no Salão Nobre da presidência. A esta altura, a esperança de uma educação de mais qualidade estará nas mãos dos deputados estaduais.
Histórico
A pedido da UEE-SP, o deputado estadual Pedro Bigardi (PCdoB-SP) criou e apresentou à Assembléia Legislativa um Projeto de Emenda Constitucional que visa garantir que 50% dos recursos oriundos do petróleo da camada Pré-Sal sejam destinados para Educação, Meio Ambiente e Desenvolvimento de Ciência e Tecnologia por meio do Fundo Estadual para o Desenvolvimento Econômico e Social no Estado de São Paulo, que também é criado nessa emenda. Atualmente a PEC n°9 ganhou o movimento educacional e já é conhecida como a PEC da Educação.
A primeira etapa do processo já foi vencida, com o parecer favorável de Giglio. “O deputado acredita que só haverá resultados consistentes de investimentos na educação caso sejam em longo prazo. Sabemos da necessidade de um acréscimo de recursos para a educação e a oportunidade do Pré-Sal é ideal para atingirmos os efeitos desejados”, comenta o assessor de Celso Giglio, Hernandez Piras.
A PEC nº9 foi divulgada pela UEE-SP
Veja quem se comprometeu a aprovar a proposta que destina 50% dos recursos do Pré-Sal para as áreas de Educação, Ciência e Tecnologia e Meio Ambiente:
Jonas Donizette (PSB)
Vicente Cândido (PT)
Vanderlei Siraque (PT)
Raul Marcelo (PSOL) e Enio Tatto (PT)
Simão Pedro (PT)
Mauro Bragato (PSDB)
Hamilton Pereira (PT)
Luis Carlos Gondim (PPS)
Campos Machado (PTB)
Vanessa Damo (PMDB)






