A primeira Reunião de Diretoria Plena da UEE-SP aconteceu entre os dias 17 e 18 de abril, na Assembléia Legislativa de São Paulo. Participaram diretores vindos de todo o Estado de São Paulo, além de Pedro Bigardi (PC do B), autor da PEC nº 9, e Maitê Gauto, coordenadora do Campanha Nacional Pelo Direito a Educação.
Debate de abetura
Maitê Gauto, coordenadora do Campanha Nacional Pelo Direito a Educação
Cíntia Santos, coordenadora do Campanha Nacional Pelo Direito a Educação
Deputado Pedro Bigardi (PC do B), autor da PEC nº 9
Marina Cruz, primeira secretária, e Herick Costa, secretário geral
Carlos, aluno da USP, apresentando proposta de moção em apoio as vítimas do terremoto no Haiti
Alexandre Silva, diretor de universidades públicas
Fabio Garcia, representante da entidade na Alesp
Juliana Borges, diretora de comunicação
Natália, vice-capital
Modesto, vice-campinas
Carlos Siqueira, presidente
Carolina Figueiredo, diretora de políticas educacionais
Camila Severo, diretora de mulheres
Alexandre, diretor de universidades públicas
Edney Castilho, tesoureiro geral
Felipe da Silva, primeiro tesoureiro
Fernando, representante da produtora Contra Regras
Apresentação em slides foram feitas pelos diretores, colocando em debate as ações de cada pasta para a atual gestão
Apresentação...
Jéssika Martins Ribeiro, vice-presidente
Fabio Sardinha, diretor de universidades particulares
Márcio, diretor de universidades particulares Rui, diretor de universidades particulares
Marina Cruz, primeira secretária, e Herick Costa, secretário geral
Renata Martins (Tina), primeira diretora de comunicação, e Juliana Borges, diretora de comunicação
Carlos Siqueira, presidente, e Herick Costa, secretário geral
Camila Severo, diretora de mulheres
Tatiane, vice-Tupã, e Igor, vice-Campinas
Nandara Sakamoto, vice-Araçatuba
Natália - vice-capital
Rui, diretor de universidades particulares
Renato, vice-Marilia
Bruno Tarcis, diretor de cultura
Carolina Barbosa, diretora de políticas educacionais
A primeira Reunião de Diretoria Plena da UEE-SP aconteceu entre os dias 17 e 18 de abril, na Assembléia Legislativa de São Paulo. Participaram diretores vindos de todo o Estado de São Paulo, além de Pedro Bigardi (PC do B), autor da PEC nº 9, e Maitê Gauto, coordenadora do Campanha Nacional Pelo Direito a Educação.
Diretoria reunida na ALESP
Carlos Siqueira, presidente da UEE-SP
Maitê Gauto, coordenadora do Campanha Nacional Pelo Direito a Educação, discursa aos diretores da UEE-SP
Postaremos maiores detalhes, imagens e depoimentos em breve. Confira!
Diretoria da UEE-SP (União Estadual dos Estudantes de São Paulo) apresentou pessoalmente aos deputados estaduais os impactos positivos da aprovação da Proposta de Emenda Constitucional Paulista que pretende destinar 50% dos recursos oriundos do Pré-Sal à Educação, Ciência e Tecnologia e Meio Ambiente
Depois de uma caravana pelo Estado de São Paulo, fazendo uma ampla divulgação de sua bandeira, a diretoria da UEE-SP se reuniu na Assembléia Legislativa de São Paulo (ALESP) para debater as próximas atividades e visitar gabinetes de deputados em busca de comprometimento com a aprovação da nobre Proposta de Emenda Constitucional (PEC) Paulista nº9, em tramite na Casa. "Hoje conseguimos debater e apresentar a PEC nº9 para pelo menos 20 deputados. A nossa meta é debater com os 39 autores que possibilitaram que a proposta esteja tramitando na ALESP" afirma o presidente da UEE-SP, Carlos Siqueira.
“Fomos pedir apoio dos parlamentares para que se comprometam com a educação e estamos animados, pois em uma tarde já conseguimos apoio de pelo menos 20 parlamentares. Nossa meta é debater com os 39 autores da PEC, que a assinaram para que ela pudesse tramitar na casa”, afirma. O encontro mais produtivo foi com o deputado Campos Machado, líder do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) na ALESP, que debateu a proposta com os estudantes e pode se inclinar a favor da mesma.
Com o parecer favorável assinado por Celso Giglio, deputado relator especial e líder da bancada do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) na ALESP, a PEC nº9 está pronta para entrar na Ordem do Dia. É a etapa em que, em duas sessões, a emenda será votada e precisa conseguir votos de pelo menos 57 deputados. “Estamos figurando a entrada da PEC nº9 na Ordem do Dia, para convencer mais deputados de sua importância. Pensamos em fazer um seminário e uma audiência pública para aprofundar o tema e ajudar nesta conscientização”, conta Carlos, que aproveitou a oportunidade para espalhar materiais de campanha pró PEC nº9 pelos corredores da ALESP.
Carlos Siqueira, presidente da UEE-SP, divulgando a PEC nº9
Entre os deputados estaduais que se comprometeram com a PEC nº9, estão: Ana Perugini (PT), Simão Pedro (PT), Vanderlei Siraque (PT), Vicente Cândido (PT), Enio Tatto (PT), Hamilton Pereira (PT), Roberto Felício (PT), Carlos Giannazi (PSOL), Raul Marcelo (PSOL), Jonas Donizette (PSB), Campos Machado (PTB), Edson Ferrarini (PTB), Vanessa Damo (PMDB), Mauro Bragato (PSDB), Eli Correia Filho (DEM), Estevam Galvão de Oliveira (DEM) e Luis Carlos Gondim (PPS). Além disso, uma grande parceira do movimento estudantil que esteve presente na blitz da UEE-SP em apoio à PEC nº9 é Maria Izabel Noronha, presidente do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (APEOESP).
Num encontro com dirigentes da UEE-SP no início do ano, Haroldo Lima, presidente da Agência Nacional do Petróleo (ANP), afirmou que "Como o petróleo encontrado na camada Pré-Sal é um recurso finito, obviamente seus recursos devem ser revertidos ao povo brasileiro e destinados a áreas que beneficiarão nossas gerações futuras. Investir esses recursos em educação é pensar no futuro do Brasil". Para São Paulo, Carlos Siqueira aprofunda essa idéia, comentando as urgências maiores de utilização dos recursos reivindicados. “A nível básico e médio, é necessária a reconstrução de salas de informática, laboratórios de química, assistência estudantil; e a nível acadêmico, o precisamos de aumento de vagas nas três universidades públicas paulista – Universidade de São Paulo (USP), Universidade de Campinas (UNICAMP), Universidade Estadual Paulista (UNESP) - e aprimoração da Faculdade de Tecnologia de São Paulo”, explica. “Pensamos, ainda, em criar observatórios de educação nas 15 regiões do Estado, compostos por educadores, estudantes, gestores e funcionários.”
Em meio à blitz, foi realizada a sexta reunião executiva da atual gestão da UEE-SP, que teve a PEC nº9 como centro de pauta, mas sem perder de vista o contexto político do momento, em que a sociedade se prepara para a batalha eleitoral. “É nossa tarefa levar as reivindicações de luta por mais qualidade da educação superior para os candidatos a governantes do Estado e do País”, comenta Marina Cruz, primeira secretária da UEE-SP. “Sabemos que mais financiamento pra educação é uma bandeira que garantirá um futuro melhor para todos”, completa. Ela lembra que a bandeira de 50% dos recursos do pré-sal para a educação foi aprovada por unanimidade de todas as entidades do ramo educacional na primeira Conferência Nacional de Educação (CONAE), realizada no final de março, em Brasília.
Na próxima terça feira (20), o presidente da UEE-SP fará um pronunciamento para o Colégio de Líderes, no Salão Nobre da presidência. A esta altura, a esperança de uma educação de mais qualidade estará nas mãos dos deputados estaduais.
Histórico
A pedido da UEE-SP, o deputado estadual Pedro Bigardi (PCdoB-SP) criou e apresentou à Assembléia Legislativa um Projeto de Emenda Constitucional que visa garantir que 50% dos recursos oriundos do petróleo da camada Pré-Sal sejam destinados para Educação, Meio Ambiente e Desenvolvimento de Ciência e Tecnologia por meio do Fundo Estadual para o Desenvolvimento Econômico e Social no Estado de São Paulo, que também é criado nessa emenda. Atualmente a PEC n°9 ganhou o movimento educacional e já é conhecida como a PEC da Educação.
UEE-SP com o autor da PEC nº9, Pedro Bigardi (PC do B)
A primeira etapa do processo já foi vencida, com o parecer favorável de Giglio. “O deputado acredita que só haverá resultados consistentes de investimentos na educação caso sejam em longo prazo. Sabemos da necessidade de um acréscimo de recursos para a educação e a oportunidade do Pré-Sal é ideal para atingirmos os efeitos desejados”, comenta o assessor de Celso Giglio, Hernandez Piras.
Presidente e representantes da UEE-SP com Hernandez Piras, assessor de Celso Giglio (PSDB)
A PEC nº9 foi divulgada pela UEE-SP em uma Caravana pelo Estado de São Paulo. Além da capital, percorreu mais de 1.500 km no Estado de São Paulo divulgando a PEC nº9, passando por câmaras e prefeituras de Ourinhos, Marília, Araçatuba, Santo André, Guarulhos, Jandira, São José do Rio Preto, Campinas, Itapecerica da Serra, Suzano, Jaguariúna, Jundiaí, Mogi Das Cruzes e Diadema.
Veja quem se comprometeu a aprovar a proposta que destina 50% dos recursos do Pré-Sal para as áreas de Educação, Ciência e Tecnologia e Meio Ambiente:
Ana Perugini (PT)
Jonas Donizette (PSB)
Vicente Cândido (PT)
Vanderlei Siraque (PT)
Raul Marcelo (PSOL) e Enio Tatto (PT)
Simão Pedro (PT)
Mauro Bragato (PSDB)
Hamilton Pereira (PT)
Luis Carlos Gondim (PPS)
Campos Machado (PTB)
Vanessa Damo (PMDB)
Reunião executiva da UEE-SP na ALESP
Maria Izabel Noronha, presidente do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (APEOESP)
No dia 08/04, o vereador Valdir Nahora (PSB), recebeu a visita do presidente da UEE - União Estadual dos Esdudantes, Carlos Eduardo Siqueira Pinheiro. O vereador apóia o projeto que possibilita a criação de um Fundo Estadual para o Desenvolvimento Econômico e social. Os recursos seriam provenientes da exploração do petróleo. Em conversa com o presidente da UEE, Nahora se comprometeu pedir também o apoio dos deputados da região. O projeto traminata na Assembléia Legislativa. A Proposta de Emenda à Constituição nº 9, de 2009 é de autoria do deputado Pedro Bigardi (PCdoB).
A proposta destina 50% dos recursos provenientes da exploração do petróleo do Pré-Sal, recebidos pelo Estado, para o desenvolvimento da educação, proteção ao meio-ambiente e produção do conhecimento científico e tecnológico.
A PEC foi apresentada na Assembléia Legislativa em decorrência de uma campanha que vem sendo encabeçada nacionalmente pelas entidades representada por estudantes, como a UNE (União Nacional dos Estudantes) e a UBES (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas). As entidades defendem um novo marco regulatório que defenda, sobretudo, a Educação.
fonte: Assessoria de Gabinete Vereador Valdir Nahora
Proposta apresentada pelo deputado Pedro Bigardi (PCdoB-SP) garante 50% dos recursos oriundos da extração do Pre-Sal para a educação do Estado de São Paulo.
Acaba de ser aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa de São Paulo, a proposta de emenda à constituição (PEC) do deputado Pedro Bigardi que prevê a destinação de 50% dos recursos oriundos da extração de petróleo da camada pré-sal, do Estado de São Paulo, para as áreas de educação, meio ambiente e ciência e tecnologia. O parecer foi assinado pelo relator especial, o deputado Celso Giglio, líder da bancada do PSDB na Casa.
A proposta foi uma reivindicação feita pela União Estadual dos Estudantes (UEE-SP), o assunto é tema de campanha nacional encampada pela União Nacional dos Estudantes (UNE).
Para o deputado Pedro Bigardi, a aprovação da PEC na CCJ é um importante passo na luta dos estudantes por uma educação mais justa e igualitária no Estado, agora a proposta entrará em votação na Assembleia. “Essa PEC tem a finalidade de garantir a população a oportunidade de usufruir dessa importante descoberta no país, investir na área da educação é investir no cidadão,em seu futuro, em sua formação profissional e também no desenvolvimento do país”, afirma o parlamentar.
De acordo com o presidente da UEE, Carlos Siqueira, a aprovação na CCJ é uma vitória dos estudantes paulistas. “O projeto é uma oportunidade de alterarmos os rumos da educação paulista que sofre uma grande defasagem de qualidade”, ressalta ele. A entidade estudantil realiza uma grande campanha em todo o Estado de São Paulo para conseguir apoio para a proposta apresentada. “Queremos envolver todas as cidades nessa luta e para isso estamos percorrendo câmaras, prefeituras, fazendo abaixo assinados. Com a aprovação na CCJ vamos intensificar também o trabalho na Assembleia para sensibilizar os deputados sobre a importância da aprovação dessa PEC”, relata Siqueira.
“Os integrantes da UEE merecem os parabéns pela ‘condução’ da proposta na Assembleia, eles se mobilizaram na coleta de assinaturas dos demais deputados para a apresentação da proposta e agora fazem uma grande mobilização em torno de sua aprovação”, destaca o deputado Pedro Bigardi.
Recentemente, a Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia aprovou Proposta de Emenda Constitucional (PEC), de autoria do deputado Pedro Bigardi (PCdoB), que prevê a destinação de 50% dos recursos oriundos da extração de petróleo da camada pré-sal do Estado para as áreas de educação, meio ambiente e ciência e tecnologia. A PEC, que teve como relator especial o deputado Celso Giglio, líder da bancada do PSDB na Casa, foi um pedido União Estadual dos Estudantes (UEE-SP).
Para Bigardi, a aprovação da proposta na CCJ é um importante passo na luta dos estudantes por uma educação mais justa e igualitária no Estado. "Essa PEC tem a finalidade de garantir à população a oportunidade de usufruir dessa importante descoberta no país. Além do mais, investir na educação é investir no cidadão, em seu futuro, em sua formação profissional e também no desenvolvimento do país", afirmou o parlamentar.
A UEE-SP realiza uma grande campanha em todo o Estado para conseguir apoio para a proposta apresentada. "Queremos envolver todas as cidades nessa luta. Para isso, estamos percorrendo câmaras municipais e prefeituras para colher assinaturas para um abaixo assinado. Com a aprovação da proposta na CCJ, vamos intensificar também o trabalho na Assembleia para sensibilizar os deputados sobre a importância da aprovação dessa PEC", relatou o presidente da entidade, Carlos Siqueira.
Muita animação e debate marcaram a Jornada de Lutas do Movimento Estudantil 2010 na cidade de São Paulo. Estudantes secundaristas e universitários de ao menos 10 municípios somaram cerca de 300 mobilizados a uma audiência pública que foi palco para a defesa da PEC apresentada pelo deputado estadual Pedro Bigardi (PCdoB) que tem por objetivo destinar no mínimo 50% dos recursos oriundos do petróleo da camada pré-sal do Estado de São Paulo às áreas de educação, ciência e tecnologia e meio ambiente.
Os presidentes das entidades estudantis, da esquerda para a direita: Yann Evanivick (Upes), Augusto Chagas (UNE), Tarcísio Boaventura (Upes) e Carlos Eduardo Siqueira (UEE-SP)
Além do chefe de gabinete do deputado Pedro Bigardi, a mesa da audiência contou com a presença do vice-presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), José Adnam Ortolan, do coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, da presidente do Sindicato dos Trabalhadores do CEETEPS, do Ensino Público Estadual Técnico, Tecnológico e Profissional do Estado de São Paulo (Sinteps), Neusa Santana Alves, do diretor do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), Roberto Guido e do vereador da capital Jamil Murad (PCdoB), além dos presidentes das entidades estudantis.
O presidente da União Estadual dos Estudantes (UEE-SP), Carlos Siqueira, o presidente da União Paulista dos Estudantes Secundaristas (Upes), Tarcísio Boaventura, o diretor da Apeoesp Roberto Guido e estudantes que participaram do ato opinam sobre a educação em São Paulo e sobre a bandeira de destinar verbas do pré-sal para a educação:
O representante da Undime, José Adnam, disse que as limitações orçamentárias a que a educação está sujeita em todo o país “acabam justificando políticas excludentes” e, por este motivo, defende a bandeira de vinculação de verbas do pré-sal para a educação. Adnam ressaltou a importância de instituir um projeto como este no estado de São Paulo, “onde temos o ícone do conservadorismo encarnado no tucanato”.
Os presidentes da União Nacional dos Estudantes (UNE), Augusto Chagas e o presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Yann Evanovick, também participaram do ato. Yann bradou: “não dá para acontecer com o pré-sal o que aconteceu com o Pau-Brasil ou durante o Ciclo da Borracha, quando os recursos foram mal distribuídos. Distribuir recursos para dar oportunidade ao povo no Brasil é investir em educação!”. Augusto ressaltou que a descoberta do pré-sal brasileiro representa a maior descoberta de reservas de petróleo do mundo nos últimos 30 anos. O presidente da UNE defendeu que o recurso sirva, entre outras demandas, para aumentar as vagas no ensino superior público e empolgou o plenário defendendo que “ainda falta vaga, mas vamos continuar lutando pelo fim do vestibular no Brasil!”
Campanha histórica
Já Daniel Cara, da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, parabenizou a UEE-SP e da Upes e constatou: “aqui se inicia uma campanha histórica”. Daniel também manifestou apoio aos professores em greve: “andam dizendo muito por aí que a greve dos professores de São Paulo é política. Eu pergunto qual greve não é política? Os professores de São Paulo lutam por duas coisas essenciais: lutam por melhor remuneração e questionam uma política de mérito que na verdade é uma chantagem”. Daniel explicou que o governador José Serra e o secretário estadual de educação Paulo Renato Souza haveriam anunciado que os professores em greve teriam seu desempenho afetado e, portanto, não receberiam mérito, o que, na prática, reduz possibilidades de bonificações e de avanço na carreira.
A representante do Sinteps, Neuza Santana, defendeu que, dentro dos 50% dos royalties vinculados para a educação, haja também uma porcentagem específica para os ensinos profissional, técnico e tecnológico. O chefe de gabinete do deputado Pedro Bigardi, Cristiano Guimarães, disse que uma vez perguntado sobre a PEC, Bigardi teria respondido: “a iniciativa da PEC não é minha, é do Movimento Estudantil, eu só apresentei o projeto”, valorizando a ação das entidades estudantis.
O diretor da Apeoesp, Roberto Guido, em sua intervenção, ao lado da presidente do Sinteps, Neusa Santana
A proposta de emenda à constituição PEC do pré-sal para a educação recebeu o apoio de 41 entidades do Estado de São Paulo ligadas à educação que participam do Congresso Nacional de Educação (CONAE), marcado para acontecer no próximo final de semana. Além disso, 43 deputados estaduais já assinaram o manifesto que a UEE-SP e a Upes vêm apresentando aos parlamentares, em defesa da PEC.
No período da tarde, os representantes das entidades estudantis acompanham a assembleia dos professores da Apeoesp que ocorre em frente ao Palácio Bandeirantes.
Uma manifestação realizada na tarde desta quarta-feira por funcionários públicos de São Paulo interditou os dois sentidos da avenida Paulista, região central de São Paulo, na altura do Masp. Por volta das 15h50, o grupo iniciou uma passeata.
Após deixarem o vão livre do Masp, os manifestantes iniciaram passeata no sentido Consolação, que deve terminar na praça da República, sede da Secretaria da Educação --inicialmente, os manifestantes haviam informado que seguiriam para a praça do Patriarca.
A manifestação de hoje reúne diferentes entidades de funcionários públicos e é chamada de "bota-fora do Serra" --ocorre no dia em que José Serra (PSDB) sai do governo paulista para disputar a eleição presidencial.
Assembleia
Após a passeata, uma assembleia da Apeoesp (sindicato dos professores de São Paulo) deve decidir se a categoria mantém a greve iniciada no dia 8 de março na praça da República. A presidente do sindicato, Maria Izabel Noronha, afirmou que, apesar da participação do sindicato, a manifestação é independente da greve dos professores. Segundo ela, o protesto representa uma liberdade de expressão do funcionalismo.
Servidores da Saúde, que já realizaram uma manifestação na manhã de hoje em frente à Secretaria da Saúde, também estão no protesto.
Uma entidade de 60 anos feita por pessoas que acreditam que, só com um ensino de qualidade e democrático, podemos avançar rumo a um país com menos desigualdade social, combatendo aqueles que pregam um discurso neoliberal e tentam selecionar quem pode usufruir de um ensino de qualidade no país! Somos a voz de todos os Universitários do Estado, e queremos que todos conheçam e sejam protagonistas desse novo São Paulo que florescerá no amanha! Somos a União Estadual dos Estudantes!