21 de mai de 2010

UEE-SP comemora conquista das entidades-irmãs

Em nota, a UEE-SP comemora a conquista do projeto de lei aprovado no Senado, que responsabiliza do Estado brasileiro pela hereditária destruição da sede na UNE e UBES, no Rio de Janeiro, pela ditadura militar, afim de dispersar a potente união da força estudantil.

"A UNE foi perseguida e atacada na época da ditadura pois sempre esteve do lado do progresso do País e das oportunidades da juventude na sociedade, defendendo que lugar de jovem é dentro das universidades", comenta Renata Martins, diretora de comunicação da UEE-SP. Ela lembra que mesmo sendo perseguida e atacada, a UNE ainda trabalhou na clandestinidade e sem estrutura sob a tensão da tortura da época. "Resultado disso foi a morte do presidente Honestino Guimarães, cujo corpo até hoje não foi entregue a seus familiares."

A UNE teve um importante papel na democratização do Brasil, figurando manifestações como as Diretas Já. "Ainda hoje a UNE não foge da luta e compreende que sua maneira de lutar é outra: reivindicando o acesso livre à universidade, a reforma universitária, a ampliações de vagas do prouni, entre outras coisas", afirma Renata.

A UEE-SP, como entidade irmã da UNE, a recebeu em sua sede em São Paulo, e agora se despede agradencendo a honra de terem trabalhado juntas ao longo dos anos. "Sabemos que a vitória da UNE não foi por acaso. Há anos vem se arrastando o projeto de lei que daria o direito do retorno da entidade ao seu lugar, e foi com presença constante da entidade no cotidiano da sociedade que a UNE voltará pra casa", Renata comemora.

TÁ NA HORA DE VOLTAR PRA CASA, UNE!!

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